quinta-feira, 28 de maio de 2015

PESQUISANDO A REALIDADE BRASILEIRA (PNE)

O Plano Nacional de Educação (PNE) é uma lei ordinária que terá vigência de dez anos a partir de 26/06/2014, data em que foi sancionado pela presidência da república, estabelecendo diretrizes, metas e estratégias de concretização no campo da Educação. A existência do PNE é determinada pelo artigo 214 da Constituição Federal.
Em análise no Congresso desde 2011, o Plano Nacional da Educação (PNE) traça objetivos e metas para o ensino no País em todos os níveis (infantil, básico e superior) para serem cumpridos até 2020. A meta mais polêmica é a 20, que trata do percentual do PIB que deve ser investido em educação. Para garantir o que chama de revolução no ensino e o cumprimento desta meta, a presidente enviou ao Congresso, paralelamente, outro projeto para destinar 100% dos royalties do petróleo e recursos do pré-sal em educação.






As 20 metas do PNE aprovadas pela Comissão de Educação

Meta 1

Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.

Meta 2

Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.

Meta 3

Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.

Meta 4

Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.

Meta 5

Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.

Meta 6

Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.

Meta 7

Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:

IDEB                                              2013     2015     2017     2019    2021
Anos iniciais do Ensino Fundamental         4,9          5,2          5,5          5,7         6,0
Anos finais do Ensino Fundamental           4,4          4,7          5,0          5,2         5,5
Ensino Médio                                           3,9          4,3          4,7          5,0         5,2


Meta 8

Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)

Meta 9

Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Meta 10

Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.

Meta 11

Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.

Meta 12

Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.

Meta 13

Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo do total, no mínimo, 35% de doutores.

Meta 14

Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.

Meta 15

Formação de professores. Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.

Meta 16

Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.

Meta 17

Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.

Meta 18

Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.

Meta 19

Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.

Meta 20

Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.



REFERÊNCIAS

www.observatoriodopne.org.br/metas-pne

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-03/conheca-as-20-metas-do-plano-nacional-de-educacao.html.

http://infograficos.oglobo.globo.com/sociedade/educacao/as-20-metas-do-
plano-nacional-de-educacao-pne/meta-2-3696.html#description  text

http://www.senado.gov.br/noticias/agencia/quadros/qd_507.html










sábado, 9 de maio de 2015

Sistema Educacional Brasileiro

PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola).

Criado em 1995, o PDDE tem a finalidade de prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas da rede pública de educação básica e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos, registradas no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) como beneficente de assistência social, ou outras similares de atendimento direto e gratuito ao público.
Seus recursos são destinados a: aquisição de material permanente, de manutenção e de consumo necessários para manter o funcionamento da escola; capacitar e aperfeiçoar os profissionais da educação; avaliar a aprendizagem; implementar o projeto pedagógico; e desenvolver atividades educacionais.
O valor que cada escola recebe está baseado no número de alunos matriculados no ensino fundamental ou na educação especial apontados pelo Censo Escolar no ano anterior.
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE  tem como principal função prover recursos e executar ações para o desenvolvimento da educação, procurando garantir um ensino de qualidade a todos os brasileiros. Seus recursos são direcionados aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e organizações não-governamentais para atendimento às escolas públicas de educação básica.
Tem como objetivo captar recursos e realizar ações para o desenvolvimento da educação através de vários programas que envolvem a Educação Básica, visando garantir ensino de qualidade a todos os brasileiros e promover melhorias na infra-estrutura física e pedagógica das unidades de ensino e incentivar a autogestão escolar.



Link:http://www.fnde.gov.br/programas/dinheiro-direto-escola/dinheiro-direto-escola-apresentacao.



Políticas Públicas Educacionais


Por que houve esta mudança recente dos ministros da Educação?
O ministro da educação Cid Gomes, pede demissão após discutir com deputados na câmara; após deixar plenário, foi ao palácio e pediu demissão a Dilma, que aceitou. O pedido ocorreu logo depois de o ministro participar da Câmara de Deputados de sessão em que declarou que deputados oportunistas devem sair do governo; e ainda falou a minha declaração na câmara, é óbvio que cria dificuldades para a base do governo. Portanto, eu não quis criar nenhum constrangimento, pedi demissão em caráter irrevogável.   
Quem é o novo ministro?
Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia Política da USP.     
Você sabe algo sobre a secretaria de Educação no nosso estado?
Sim.
Quem é a secretaria de educação de seu município? 
Dulcelene Cardoso.
Poste o plano de trabalho da secretaria de seu município e acompanhe.
A secretária de educação Ducelene Cardoso, ela não quis responder qual é o plano de trabalho dela, tentei várias vezes, e ela ficou de falar, mas sempre dizendo que não tem tempo, que está sempre ocupada e em reuniões. E outras pessoas que trabalham também com ela, pedindo até para simular um plano e fazer o trabalho, dizendo que todas as secretárias são iguais que tem como saber  como uma secretária trabalha.
E se você fosse a secretaria de educação de seu município? O que faria?
Investiria em métodos pedagógicos e eficientes para o desempenho dos alunos e profissionais na área da educação, valorizaria também os profissionais no setor financeiro. Agiria totalmente diferente do que a secretária de educação fez, estávamos à pesquisa de um trabalho da faculdade e ela nem deu o mínimo de importância, enrolando as pessoas. Se eu estivesse lá mostraria que devemos ter o mínimo de educação e atender as pessoas e ajudar o máximo que puder, pois assim como estávamos em busca de uma pesquisa, ela também já esteve um dia quando estudou e se esforçou para está lá como secretária, então porque não ajudar o próximo.