domingo, 18 de dezembro de 2016

ATIVIDADE 1 – FÓRUM - MEMÓRIAS DE INFÂNCIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG

FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA EAD
CORPOREIDADE E MOVIMENTO/ BRINCAR



Minha infância foi uma época maravilhosa, tinha hora para brincar e ir à escola. Em casa eu brincava me divertia com brincadeiras de amarelinha, bambolê fazendo movimentos e gostava muito de dançar, a minha família fazia uma roda e eu ficava no meio dançando.
Sempre gostei de estudar e no momento de ir para escola estava sempre feliz, pois lá aprendia e brincava.
Na escola brincava de pula corda, bonecas, tinha a hora de brincar ao ar livre com os colegas, aula de educação física um momento de liberdade para nos divertirem, fazíamos o que queriam.
Eu gostava muito dos professores e teve uma professora que ficou marcada na minha infância que foi do pré tia Iva, uma pessoa meiga, educada, colocava para pintar com giz de cera, criar, desenhar, brincar de massinha, momento de oração, vestia roupa caracterizada de alguma brincadeira e tirávamos fotos.
O jeito que a professora me ensinava, o momento de brincar na escola me fazia gostar de estudar e por isso eu nunca faltava aula.
A escola tinha um barranco e um campo livre, a professora levava para brincar de pula corda, jogar bola com os colegas e alguns alunos subia no barranco e desciam arrastando se sujando tudo. Era um grupo de alunos que subia no pé de limão para tirar fruta para fazer de bola.
Eram professores que ensinavam mesmo, se dedicava ao aprendizado do aluno e aqueles que tinham dificuldades para aprender faziam de tudo para ajudar e incentivar mandava bilhete para os pais vim para reunião, um meio de ensino que chamasse a atenção do aluno em aprender.
O aluno que não possuía uniforme que tinha uma situação precária à escola dava uniforme, era uma escola pública, mas com professores capacitados e esforçados que gostavam do que faziam.
Minhas memórias da infância relativas ao brincar tanto dentro e fora do ambiente escolar só foram alegrias, momentos de lazer, diversão e ao mesmo tempo aprendizado.
O que sou hoje é reflexo desse tempo bom de experiências corporais lúdicas e das práticas de professores que marcaram esta época.


Referências Bibliográficas

CUSTODIO, Mariana L; SOUSA, Wilson Luiz  Lino de; MASCARENHAS, Fernando; HÚNGARO, Edson Marcelo. O lazer e o reino da liberdade: Reflexões a partir da ontologia do ser social. Licere, Belo Horizonte, v.12, n.4, dez./2009. 

domingo, 9 de outubro de 2016

MEDIDAS DE COMPRIMENTO, ÁREA, VOLUME, CAPACIDADE E MASSA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS                                     
FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA EAD


CONTEÚDOS E METODOLOGIAS DA MATEMÁTICA

Faça uma análise das charges abaixo e liste informações, conceitos entre outros pontos importantes a cerca do estudo de medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa por você evidenciados.
A)

Podemos ver três crianças querendo medir uma mesa, um sugeriu um sapato, outro fala cada sapato tem um tamanho diferente e outro o seu sapato é maior que o meu. Qual deles vamos usar?
A imagem quer dizer que a mesa que tem para uns um comprimento de 5 pés, pode ter para outros um comprimento de 6 pés. Isto acontece devido ao fato dos pés não serem todos iguais e a quantificação da medição fica relativa ás diferentes unidades escolhidas. Usamos medidas não-convencionais.

B) A charge vem nos mostrar que a criança faz julgamentos que é o início do processo de raciocínio. Dessa forma a criança aprende conceitos e habilidades importantes. Ela quer saber quanto cada um desses copos tem de água? Um dos objetivos do ensino da matemática deve ser o de desenvolver a capacidade de dedução, se usa o litro, raciocínio lógico e não a habilidade para calcular mecanicamente. 





C) Essa última charge vem nos mostrar que as crianças estão sugerindo caminhos,
interpretando, utilizando informações e pontos de referências para escolher caminhos. Estamos vendo uma unidade de distância, ou seja, quilômetros em que as crianças estão usando para ir à biblioteca partindo da escola.





Referências Bibliográficas

SANTOS, Carlos Pereira dos. Jornal das Primeiras Matemáticas. O Conceito de Unidade na Educação Pré – Escolar. Instituto Superior de Educação e Ciências



sábado, 27 de agosto de 2016

BRINCANDO E ALFABETIZANDO



UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS                                     
FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA EAD
CONTEÚDOS E METODOLOGIAS DA LÍNGUA PORTUGUESA


JOGO 

Meta do jogo:
Ganha o jogo quem conseguir escrever mais palavras corretamente.

Jogadores:
4 jogadores ou duplas. 

Componentes:
1 dado de 8 lados.
4 cartelas de cores diferentes com 8 figuras numeradas em cada cartela.
4 cartelas de correção

Regras:
Coloca-se uma das cartelas com as figuras no centro da mesa, virada para cima, e deixa-se a cartela de correção correspondente virada para baixo.
Cada jogador deve providenciar papel e lápis para escrever as palavras durante o jogo.
Tira-se no dado quem iniciará o jogo. Quem tirar mais pontos no dado começa o jogo.
Os jogadores decidem quantas partidas serão jogadas.
O primeiro jogador lança o dado. O número indicado no dado irá apontar o número da figura da cartela cuja palavra deverá ser escrita pelo jogador.
O jogador escreve a palavra em seu papel, sem mostrar para o colega, e passa o dado para o jogador seguinte.
O mesmo procedimento é seguido pelos demais jogadores.
Não há problema que jogadores escrevam a mesma palavra, pois a escrita só será revelada ao final do jogo, conferindo com a cartela de correção.
Ao final do número de partidas combinado entre os jogadores a cartela de correção é desvirada e cada jogador verifica quantas palavras escreveu corretamente.










CARTELAS DE CORES DIFERENTES





CARTELAS DE CORREÇÃO



 Palavras usadas no jogo:

PEIXE – BORBOLETA – UVAS – SAPO – MAÇÃ – LÁPIS – PICOLÉ – BOLA

ABACAXI – BONECA – AVIÃO – VASSOURA – FOGÃO – CORAÇÃO – FACA – CHUVEIRO
BOTA – NARIZ – PATO – SAPATO – PETECA – JACA – BONÉ – NUVEM

LUVA – GALINHA – CAMA – CHAPÉU – PAPAGAIO – BOCA – PIÃO - ESTRELA




Objetivos didáticos:


 Consolidar as correspondências grafofônicas, conhecendo as letras e suas correspondências sonoras;
Escrever palavras com fluência, mobilizando, com rapidez, o repertório de correspondências grafofônicas já construído.

 Faixa etária:
De 7 a 8 anos ou a partir de 7 anos. Para ser trabalhado com 2º ano dos anos iniciais do ensino fundamental.

Intenção educativa e aprendizagem que o jogo desenvolve:
Alunos que estejam em processo de alfabetização e que já tenham consolidado algumas correspondências grafofônicas, mas que ainda precisam refletir sobre todas as correspondências a serem registradas na escrita das palavras.
O professor deve ler em voz alta as regras do jogo e falar com os alunos como ele funciona. Esse procedimento contribui para uma melhor interação entre crianças e para que elas se familiarizem com este gênero textual: instruções de jogos.
Esse jogo vem consolidar as correspondências grafofônicas que é uma aprendizagem fundamental para os alunos em processo de alfabetização. Levar os alunos a escrever palavras, compará-las com as cartelas de correção e com a escrita de outros colegas é uma prática que os leva a tentar registrar todos os fonemas, já que esse procedimento é necessário para que se ganhe o jogo. Com isso os alunos estarão refletindo sobre as unidades sonoras e suas correspondências gráficas, para que seja possível o registro de palavras.






























CAIXA DO JOGO






REFERÊNCIAS


Denise do Amor Divino Souza, UEMG, Pedagogia. Conteúdos e Metodologias da Língua Portuguesa.







BRINCANDO E ALFABETIZANDO



UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS                                     
FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA EAD
CONTEÚDOS E METODOLOGIAS DA LÍNGUA PORTUGUESA


JOGO 

Meta do jogo:
Ganha o jogo quem conseguir escrever mais palavras corretamente.

Jogadores:
4 jogadores ou duplas. 

Componentes:
1 dado de 8 lados.
4 cartelas de cores diferentes com 8 figuras numeradas em cada cartela.
4 cartelas de correção

Regras:
Coloca-se uma das cartelas com as figuras no centro da mesa, virada para cima, e deixa-se a cartela de correção correspondente virada para baixo.
Cada jogador deve providenciar papel e lápis para escrever as palavras durante o jogo.
Tira-se no dado quem iniciará o jogo. Quem tirar mais pontos no dado começa o jogo.
Os jogadores decidem quantas partidas serão jogadas.
O primeiro jogador lança o dado. O número indicado no dado irá apontar o número da figura da cartela cuja palavra deverá ser escrita pelo jogador.
O jogador escreve a palavra em seu papel, sem mostrar para o colega, e passa o dado para o jogador seguinte.
O mesmo procedimento é seguido pelos demais jogadores.
Não há problema que jogadores escrevam a mesma palavra, pois a escrita só será revelada ao final do jogo, conferindo com a cartela de correção.
Ao final do número de partidas combinado entre os jogadores a cartela de correção é desvirada e cada jogador verifica quantas palavras escreveu corretamente.










CARTELAS DE CORES DIFERENTES





CARTELAS DE CORREÇÃO



 Palavras usadas no jogo:

PEIXE – BORBOLETA – UVAS – SAPO – MAÇÃ – LÁPIS – PICOLÉ – BOLA

ABACAXI – BONECA – AVIÃO – VASSOURA – FOGÃO – CORAÇÃO – FACA – CHUVEIRO
BOTA – NARIZ – PATO – SAPATO – PETECA – JACA – BONÉ – NUVEM

LUVA – GALINHA – CAMA – CHAPÉU – PAPAGAIO – BOCA – PIÃO - ESTRELA




Objetivos didáticos:


 Consolidar as correspondências grafofônicas, conhecendo as letras e suas correspondências sonoras;
Escrever palavras com fluência, mobilizando, com rapidez, o repertório de correspondências grafofônicas já construído.

 Faixa etária:
De 7 a 8 anos ou a partir de 7 anos. Para ser trabalhado com 2º ano dos anos iniciais do ensino fundamental.

Intenção educativa e aprendizagem que o jogo desenvolve:
Alunos que estejam em processo de alfabetização e que já tenham consolidado algumas correspondências grafofônicas, mas que ainda precisam refletir sobre todas as correspondências a serem registradas na escrita das palavras.
O professor deve ler em voz alta as regras do jogo e falar com os alunos como ele funciona. Esse procedimento contribui para uma melhor interação entre crianças e para que elas se familiarizem com este gênero textual: instruções de jogos.
Esse jogo vem consolidar as correspondências grafofônicas que é uma aprendizagem fundamental para os alunos em processo de alfabetização. Levar os alunos a escrever palavras, compará-las com as cartelas de correção e com a escrita de outros colegas é uma prática que os leva a tentar registrar todos os fonemas, já que esse procedimento é necessário para que se ganhe o jogo. Com isso os alunos estarão refletindo sobre as unidades sonoras e suas correspondências gráficas, para que seja possível o registro de palavras.






























CAIXA DO JOGO






REFERÊNCIAS
Denise do Amor Divino Souza, UEMG, Pedagogia. Conteúdos e Metodologias da Língua Portuguesa.









sábado, 28 de maio de 2016

PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

ORIGENS DO PLANEJAMENTO POR PROJETOS

Vamos falar sobre as origens do planejamento por projetos, a Escola Nova foi criada por Jonh Dewey e o trabalho por projetos de Hernandez. O projeto é tornar a sala de aula um ambiente dinâmico de interação, relações pedagógica e de construção do conhecimento. O que é um projeto?




A educação era considerada pelos ativistas como tradicional. Com as idéias de mudanças, alguns estudiosos formulavam novas exigências à educação no sentido de preparar a futura geração a acreditar que ela poderia e deveria pensar por si mesma.
Surgiu o movimento da Escola Nova, criada por Jonh Dewey. Para ele a educação, sendo um processo da vida, não deve se desvincular da vida social e cultural da criança, pois, estes são pontos de partida do processo educativo.
As idéias de Dewey trouxeram contribuições importantes para a educação do nosso tempo: a visão do professor como um colaborador, do conhecimento.
O trabalho por projetos de Hernandez, ele via o trabalho como uma forma de ensinar e aprender a pensar criticamente, tornando a sala de aula um ambiente dinâmico de interação, relações pedagógicas e de construção do conhecimento.
O que é um projeto?
Um caminho a ser seguido para se alcançar resultados; é traçar metas e cumpri-las; uma forma de organizar e cumprir atividades.
O projeto possui intenção, propósito, objetivo, metodologia que é o desenvolvimento e os resultados que são quais as habilidades e competências, o que os alunos aprenderam.
O que é um Projeto participativo?
Seria desenvolver um projeto com a participação de todos os envolvidos em todas as etapas: Planejamento, execução e avaliação.
Para fazermos um planejamento de um projeto precisamos saber:
Quanto tempo eu tenho?
Quem irá participar?
O que eu quero responder? Por quê?
Qual o meu objetivo?
Quais os recursos que eu tenho?
Quais é os materiais pesquisa disponível?
Quais atividades podem ajudar a responder minhas perguntas e cumprir o objetivo?
Com esses dados vem nos ensinar como fazer um bom projeto foi nos mostrado um projeto de peixes e anfíbios nos mostrando como foi o público, motivos, importância, objetivo, procedimentos, desenvolvimento, divulgação e os resultados. Como há um grande respeito ao colega, trabalho em grupo, afetividade, saber ouvir e tratamento do aluno como um ser participante e investigador.


REFERÊNCIAS


BARBOSA, Gláucia Soares. Planejamento Educacional. Pedagoga. FAE/UEMG/BH.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

PEDAGOGIA HOSPITALAR

PEDAGOGIA HOSPITALAR
A Pedagogia Hospitalar é um ramo da educação que busca oferecer assessoria, atendimento emocional e humanístico tanto para o paciente como para o familiar que, muitas vezes, apresentam problemas de ordem psicoafetiva que podem prejudicar na adaptação no espaço hospitalar. Ela acontece quando crianças ou jovens ficam internados por um longo período perdendo aulas. O pedagogo prepara o conteúdo e, dentro do próprio hospital, realiza as atividades propostas de forma adequada a cada paciente, para que o fato de estarem hospitalizadas não seja ainda mais doloroso e acabe prejudicando tanto sua saúde quanto seus estudos.
A prática do pedagogo se dá através das variadas atividades lúdicas e recreativas como a arte de contar histórias, brincadeiras, jogos, dramatização, desenhos e pinturas, a continuação dos estudos no hospital.
 Pretende integrar o doente no seu novo modo de vida tão rápido quanto possível dentro de um ambiente acolhedor e humanizado, mantendo contatos com o meio exterior privilegiando as suas relações sociais e reforçando os laços familiares. A pedagogia hospitalar é capaz de promover um elo da criança ou do adolescente hospitalizado com o mundo que ficou fora do hospital. Um ambiente que poderia ser frio e desconfortante, acaba sendo transformado com a vinda da pedagogia hospitalar. 



O profissional que desenvolve ações educacionais com crianças e adolescentes enfermos ou hospitalizados necessita de uma formação ampla, com conhecimentos diversificados, instrumental específico e recursos adequados para atender às dificuldades e limitações impostas por esse tipo de situação.
A atuação do pedagogo em hospitais pode dar-se em diferentes espaços, como em brinquedotecas, nos ambulatórios, nos quartos, nas enfermarias e nas classes hospitalares.
Partindo-se da hipótese de que a presença e atuação de um pedagogo no ambiente hospitalar são de extrema importância às crianças e adolescentes em fase escolarização, como forma de dar continuidade ao seu aprendizado, garantindo-lhes seu direito a educação e possibilitando instantes lúdicos, de descontração, bem-estar, interatividade e de compartilhamento e aquisição de novos conhecimentos, de modo a preencher seu tempo ocioso de forma sadia, através de atividades variadas, fazendo com que se “desliguem” temporariamente, do momento tão difícil que estão atravessando. Há evidências de que a ação do pedagogo pode vir a contribuir até para a recuperação do quadro clínico das crianças e adolescentes hospitalizadas, fato este, que reforça ainda mais a relevância da atuação desse profissional nesses ambientes.


O que verificamos é que a Pedagogia Hospitalar surgiu como uma maneira de prestar atendimento especializado a criança e adolescente enfermos, hospitalizados ou que estejam sob tratamento de saúde.

Hoje o Ministério da educação em parceria com o Ministério da Saúde está promovendo o desenvolvimento intelectual das crianças e adolescentes internados de forma muito diferente de algumas décadas atrás.
Atualmente na sociedade contemporânea o conhecimento assume posição central e nenhuma criança ou adolescente, deve ter privado o direito de ter acesso ao conhecimento, mesmo estando internado em leitos hospitalares. É reconhecido por todos, que o conhecimento hoje pode ser obtido de inúmeras formas e fontes, levando-se em consideração que as informações estão acessíveis em toda parte como (jornais, revistas, internet, computadores, celulares, classes hospitalares, brinquedotecas...) e não mais centrada somente na escola. 

O papel da educação no hospital e, com ela, o do professor, é propiciar a criança o conhecimento e a compreensão daquele espaço, ressignificando não somente a ele, como a própria criança, sua doença e suas relações nessa nova situação de vida. A escuta pedagógica surge, assim, como uma metodologia educativa própria do que chamamos pedagogia hospitalar. Seu objetivo é acolher a ansiedade e as dúvidas da criança hospitalizada, criar situações coletivas de reflexão sobre elas, construindo novos conhecimentos que contribuam para uma nova compreensão de sua existência, possibilitando a melhora do seu quadro clínico.
No ano de 1969 aparece sob forma de documento, legislação as primeiras indicações da pedagogia hospitalar, através do Decreto-Lei nº 1.044 - de 21 de outubro de 1969 – DOU DE 21/10/69. 
Por isso é fundamental a atenção do educador, em articular atividades para a aceitação do paciente no hospital.

Referências:
Portal Educação, Google.Disponível em: 

Brasil Escola. Pedagogo hospitalar Disponível em: 
http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-papel-pedagogo-hospitalar.htm. Acesso em 28 Abr.2016.